Revista universal Lisbonense, Band 9

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Imprensa Nacional, 1850
 

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Beliebte Passagen

Seite 419 - Mais les ames que Dieu fit d'un acier plus fort , De l'ardeur du combat vivent jusqu'à la mort , De leur sein déchiré leur sang en vain ruisselle , Plus il en a coulé , plus il s'en renouvelle , Et souvent leur blessure est la source de pleurs , D'où le baume et l'encens distillent mieux qu'ailleurs! J'ai...
Seite 291 - Em ti minha alma a eterna cruz adora. Sobros, robles frondentes, Cuja sombra procura o viandante, Fugindo ao Sol a prumo que o devora, Nesses dias ardentes Em que o Leão nos ceus passa radiante, Em ti minha alma a eterna cruz adora.
Seite 277 - Cartas le fueron venidas que Alhama era ganada; las cartas echó en el fuego, y al mensajero matara.
Seite 289 - Núncia do crime, a que deveu a terra Do assassinado o pó: Porém quando mais te amo, Ó cruz do meu Senhor, É, se te encontro à tarde, Antes de o sol se por, Na clareira da serra, Que o arvoredo assombra...
Seite 277 - ¡Ay de mi Alhama! Allí habló un moro viejo, de esta manera hablara: — ¿Para qué nos llamas, rey, para qué es esta llamada? ¡Ay de mi Alhama!
Seite 278 - ¡Ay de mi Alhama!» Mataste los Bencerrajes, que eran la flor de Granada; cogiste los tornadizos de Córdoba la nombrada. «¡Ay de mi Alhama!» «Por eso mereces, rey, una pena muy doblada: que te pierdas tú y el reino y aquí se pierda Granada.
Seite 289 - Junto ao cypreste alvejas; Amo-te sobre o altar, onde, entre incensos, As preces te rodeiam; Amo-te quando em prestito festivo As multidões te hasteiam; Amo-te erguida no cruzeiro antigo, No adro do presbyterio, Ou quando o morto, impressa no ataúde, Guias ao...
Seite 291 - Como um remorso e accusação perenne ^No teu rochedo alpestre, onde te viam Pousar tristonha e só? Acaso, á noite, Quando a procella no pinhal rugia, Criam ouvir-te a voz accusadora Sobrelevar á voz da tempestade? Que lhes dizias tu?
Seite 279 - Cádiz se llama: cien doblas le doy por ella, no me las estima en nada. La respuesta que me han dado es que mi hija es cristiana, y por nombre le habían puesto doña María de Alhama; el nombre que ella tenia mora Fátima se llama.
Seite 291 - Que em perpetuo volver, seguindo a terra, Esparzes tua luz ameigadora Pela serra formosa-, E pelos lagos que em seu seio encerra, Em ti minha alma a eterna cruz adora. Debalde o servo ingrato No pó te derribou E os restos te insultou...

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